k0k0n – #braziliansadness – manifesto I

k0k0n é o laboratório de experimentação visual, plástica, sonora e gráfica criado por Raiana Moraes. O projeto com “ares de game over” pensa sistemas, complexidades, tecnologia, biohacking e ficção científica, temas embalados por um fetichismo kinky e limite, que soa como um oráculo urgente em busca de renovações.

MI: Vaporwave, distopia são algumas palavras chave para ouvir o k0kon, a princípio. Mas você não parece lidar com essas referências de uma forma a limitá-las somente a uma parodia de apropriação. Há um valor quase lírico e ultra sensível também engajados no projeto: uma angustia real, uma sensação de game-over presente, e algo que dói servido à mesa nas suas performances. Comenta um pouco isso?


RM: Acho que acontece porque minhas referências não são tão diretas. Fui criada na era digital da internet, acesso milhões de conteúdos (visuais e sonoros) por dia, isso tudo se acumula em meu cérebro como uma grande massa crítica abstrata, um banco de dados. Questões do meu tempo e de outros (como a distopia e o movimento vaporwave) acontecem
na infosfera e na internet, logo, estão sendo acessadas. O vaporwave com certeza foi importante, porque ele traz bem forte a questão do ‘faça você mesmo’ em seu computador, dentro do seu quarto, que foi muito difundida com o ​ boom ​ dos computadores e o fácil acesso às máquinas; também cita uma referência nostálgica aos anos 90, junto a uma estética
tecnológica, que inclui em si a linguagem dos jogos eletrônicos e da publicidade. Inclusive, o slogan do vaporwave é uma frase inspirada em Karl Marx, que eu gosto muito e acho que explicita bem o meu tempo: “Tudo o que é sólido se desmancha no ar.” Meu maior banco de dados criativo referencial é extraído da minha infância. Nasci nos anos 90 e sinto que vivenciei aí uma transição bastante importante. Eu era uma criança meio isolada, com poucos amigos, mas eu tinha um grupo grande de primos, e éramos bem unidos. Vivíamos em uma realidade configurada por videogames, desenhos animados, computadores, ficção científica e produtos sintéticos (comestíveis ou não). Nos trancávamos em quartinhos, e lá dentro éramos capazes de configurar outros mundos, outras saídas. Nossa família era evangélica, bem conservadora, nos passavam ideias rígidas e repetitivas, mas com o advento das máquinas e da internet, fomos vivenciando nas entranhas e no glóbulo ocular uma espécie de poder ilimitado, que ia automaticamente em direção oposta aos preceitos de nossos pais e o mundo que conheciam. Lembro quando um dos meus primos aprendeu a hackear sistemas e reescrevê-los usando algoritmos e códigos. Isso tudo foi uma grande mudança perceptiva, e se tornava cada vez mais claro e visível: os organismos estavam lá, e eram eles
configurados por partes dispersas, que ao se unirem formulavam uma espécie de mecanismo. Saber disso permitia observar as coisas e a realidade como um grande sistema.

Todo sistema tem em sua natureza específica alguma falha, uma brecha. Detectá-las permitia invadir, reprogramar, estender o corpo físico, percorrendo por um território estranho e saindo de lá ileso. Eu era bem nova, mas acho que já conseguia perceber a potencialidade do mundo evaporável que se configurava a nossa frente. A k0k0n cria a partir de uma abordagem ficcional, são muitos os fatos inventados, baseados em preceitos imaginativos. Para isso, além da infância, eu recorro ao consciente adormecido, a camada inconsciente, justamente. É a parte mais difícil de ser acessada, porque a tridimensionalidade configura uma série de distrações manipulativas, que prendem o ser dentro de uma programação automática, linear, mecânica e pouco flexível. Nessa realidade que compartilhamos, aprendemos como ser rígidos e funcionais, o que deixa pouco espaço para inventar e agir pela intuição. Gosto muito de buscar por registros no mundo dos sonhos, seja dormindo ou acordada. Deixo um caderninho ao lado da minha cama e tento anotar por onde transitei durante a noite, isso ajuda muito.

Existe dentro da k0k0n, um espaço-tempo dissociado, que comecei a inventar em 2017,chamo de 2666. Esse lugar é habitado por seres humanoides provenientes do cruzamento entre humanos e inteligência artificial (máquinas). Eles vivem em uma sociedade de plástico
submersa, com seu ecossistema derivado da prática de descarte e cultura de obsolescência programada, comportamento implantado no Planeta Terra pelos seus descendentes humanos. Para conseguir respirar meio ao plástico, os humanoides precisam usar estranhas máscaras e vestes de proteção, que impedem qualquer conexão com o outro. Sua temporalidade é difusa e
acelerada. Os seres são diferenciados por números relacionados a locação em que habitam e se comunicam através de ruídos eletrônicos incompreensíveis ao ouvido humano. A história começa com alguns personagens que se sentem sufocados, mas não sabem dizer o porquê.
Os seres desconhecem qualquer realidade diferente daquela e nem sequer percebem as máscaras ou acham estranho a falta de relações. O funcionamento de seus sistemas é complexo e destrutivo por natureza, e sua realidade corrosiva e operada pela desordem. Esses seres que detectam o estado de asfixia constante, se sentem agoniados, e entram em uma
busca por algo, que nem sequer sabem dizer o que é. Desenvolvem a partir daí, a técnica do casulo, que consiste num mergulho para dentro de si mesmo. O processo dessa busca se mostra na forma de experimentações: visuais, sonoras, gráficas e no corpo.

Um dia fui contar sobre o projeto ao meu amigo Lucas Guimarães e fiquei surpresa quando vi que ele criava um lugar fictício também, que era exatamente igual a 2666. Lembro que o sentimento que nos movia nessa época era angustiante e caótico, que por consequência levou a uma identificação intensa entre nós e os humanoides da história. A distopia carrega em si um caráter alarmante, reflete intensamente o sentimento de agonia perante o agora, junto a uma necessidade de
alertar sobre aquilo que se encontra distorcido e fora de eixo.

MI: Em texto de apresentação sobre o “#braziliansadness” (Música Insólita, 2020), você fala de um “sufoco que antecipa o novo”, de “dentro de um casulo”, de um “tempo dissociado”. O disco está sendo lançado no período da 1a quarentena que tenta mitigar os riscos de contaminação do COVID-19. Ele foi concebido também dentro do período de quarentena? Até que ponto o disco está comprometido com essa realidade?

RM: k0k0n significa casulo. A técnica do casulo consiste no olhar para dentro, entrar em contato com a camada interna e desprendê-la das informações externas. Compartilhamos em conjunto uma espécie de realidade hologramática, composta por sons e imagens. A partir da
manipulação dessas ferramentas conseguimos construir contextos de mundos. A percepção humana é receptáculo de um bombardeio violento e constante dessas imagens, símbolos, signos e códigos, que agem em nosso cérebro criando uma determinada programação. O sociólogo ​ Pierre Bourdieu​ , pensou algo similar e nomeou o termo como ‘violência simbólica’. O casulo baseia-se em movimentos de contração e expansão. A troca com o meio e a conexão entre as partes só é considerada construtiva, e a ação na matéria eficaz, quando os seres agem sob sua própria força e essência. Acredito em uma espécie de revolução interna, assim
como percebi quando criança, hoje a própria ciência confirma. O conceito de matéria sólida se encontra cada vez mais abstrato e difuso. Na Teoria da Relatividade, Einstein já afirmava a equivalência entre matéria e energia. Mais tarde fomos mais a fundo, e descobrimos dentro da matéria o átomo, nestes se encontram as partículas subatômicas que guardam os “pacotes de
onda” energética que geram as supercordas vibratórias. Cada elétron vibra aproximadamente 500 trilhões de vezes por segundo, vibração que produz o som e a cor. Um físico chamado W.Heisenberg, considerado o pai da mecânica quântica, disse uma vez que o Universo não é feito por coisas, mas por redes de energia vibracional. Ao perceber isso, vi que o mundo
exterior não pode ser de fato alterado através dele próprio, muito menos utilizando a força ou a violência, pois a camada externa nada mais é, do que a configuração hologramática de projeções internas. Somos produto do meio, mas também produtores, e assim como qualquer produto/produtor, criamos ação e reação. Ao alterar a programação, alteramos por
consequência a realidade. Mas para isso é preciso mudar a forma de colapsar a função de onda, reprogramando os metadados; por isso o casulo é importante. Com o tempo pude adaptar melhor essa técnica ao funcionamento do meu próprio corpo, recorri a estados alterados de consciência e comecei a praticar o bio-hacking. Acredito que cada corpo/sistema tem um funcionamento específico, e cabe a cada qual descobrir o seu. Mas k0k0n é basicamente um processo de autoconhecimento intenso e profundo, experimental e prático, baseado em movimentos de contração e expansão. Acho que todo esse contexto de pandemia e quarentena serviu em parte como acelerador desse processo, porque forçou todos ao isolamento e a dispersão automática das
distrações externas. Acredito que estamos agora em estado de colapso, muito porque criamos ao longo da história da humanidade uma série de sistemas complexos que se inter-relacionam e criam outros derivados, mas ainda não conseguimos adaptar biologicamente nossos corpos e
mentes a serviço dessa complexidade.


Em janeiro de 2019, me reuni com meu amigo Lucas para elaborar um novo plano, nos encontrávamos nessa época fatigados e querendo desesperadamente habitar algo que não fosse o inferno desordenado e acelerado de 2666. Foi quando descobri a utopia dentro da
própria distopia, e surgiu então, 3344. Logo mais, eu e Lucas nos juntamos a Maia, Antonio Tankersley, João Fujiok, Felipe Carnauba, Christian e Victoria Levita (que mais tarde veio a se juntar especificamente a mim e a Amanda Jacometi, formando o trio das powerpuff girlsound), todos artistas multidisciplinares, que manipulam diferentes mídias. 3344 é a princípio um espaço-tempo seguro e secreto para existir com os amigos, funciona também como um grupo de estudos de experimentação visual, sonora e gráfica. Os habitantes desse espaço são alguns personagens de desenho animado, como o Naruto e o Arnold Cabeça de Bigorna. É uma
esfera intuitiva e divertida, porém carrega em si a mesma complexidade, só que essa agora se encontra tão naturalizada, que se tornou apenas um simples fato. Lá o tempo é lento e o movimento é circular. A tecnologia também é naturalizada e utilizada de forma integrada. É basicamente o extremo oposto a 2666. Entre dois pontos extremos, existe uma variável escalade cinza, mas a forma que o cérebro humano percebe a realidade se encontra muito entre a distinção de polos claramente distintos, como: certo e errado, preto e branco, céu e inferno. Além disso, a luz e a escuridão, juntamente ao poder destrutivo e criativo, se encontram intrínsecos ao ser, e em toda natureza. Descobri nessa época, que diferentes espaços têm a capacidade de coexistir no tempo. E para além do bem e do mal, tudo que existe é uma massa plasmática, que tem a capacidade de ser moldada. Através do casulo, a força interna é ativada, para que a partir daí, não haja mais a dissociação entre o ‘eu’ e o ‘outro’, e as partes fragmentadas possam se unir, formando um grande mecanismo, ativando a força coletiva. Essa é a fase de expansão do casulo. Diferente da distopia, a utopia não se baseia no alarde, e sim, na proposta de soluções e invenção de novas possibilidades, sem se prender a qualquer estrutura rígida já pré-programada. Os seres humanos recorrem a imaginação para irem além de seu próprio
mundo, e a ficção científica detém um alto poder de influência no meio global, social, artístico e tecnológico. Cito como exemplo, o Martin Cooper, inventor do telefone móvel, que se inspirou na série “Jornada nas Estrelas”; ​ Robert H. Goddard, pai da ciência moderna dos foguetes, que
se inspirou em “Guerra dos Mundos”; o romance “Neuromancer”, que fez ​ William Gibson prever o ciberespaço, realidade virtual, atuação hacker e rede de computadores. A dissociação aqui é química-espacial. Denota separação ​ ou fragmentação em átomos, íons ou radicais da substância. Mas nunca sei se quem dissocia é o espaço ou se sou eu, provavelmente são todos. Viver inventando coisa que não existe, me força a um estado
agudo de descompensação mental, onde para fazer existir determinados pensamentos, sentimentos e emoções, preciso ocultar outros, assim minha mente consegue criar e se integrar a realidade sem colapsar. Crio dissociações temporárias, entre o eu, o espaço, o tempo e a
coisa.

Em alguns momentos, sinto dificuldades em interagir com o mundo real, porque tudo me parece tão triste, como um jogo de RPG zumbi violento, difuso e cheio labirintos, que eu não tenho o menor interesse em jogar. Mas tento buscar muitas vezes por gaps de fuga dentro do próprio jogo. É possível fazê-lo, encontrando diferentes formas de olhar objetos corriqueiros; diferentes modos de interação com situações cotidianas e até consigo mesmo. Se esforçando um pouco, dá para ver algo de bonito mesmo na tristeza. Ao invés de dispensar a realidade por completo (fator praticamente inviável), o mais inteligente e acessível, é ressignificá-la.

O álbum “#braziliansadness – manifesto I”, faz parte de uma série que comecei em dezembro de 2019. Apresentei a primeira vez no FEM, em formato live performance, e nessa época foi algo mais parecido com um lamento triste, que já previa uma espécie de fim. Mas gerei o álbum nessas semanas de isolamento pandêmico, e tentei transformá-lo em não
só mais um lamento que chora pelo o que acabou, mas um lamento que antecipa algo novo. Ainda transitando entre a distopia e a utopia, o álbum faz uma análise do panorama atual e propõe um desvio a curva. Tem inclusive, a participação de 3344 em uma das faixas. Acredito, que estamos vivenciando um processo global bem intenso de resistência por parte daqueles que se recusam a aceitar o novo. Essas forças preferem se segurar a fundamentos desconexos e a um mundo decadente em estado de ruína, do que aceitar a complexidade e a fluidez de si mesmo e de seu próprio meio. Mas ao mesmo tempo, é impossível conter aquilo que está por vir, e por mais que essas forças reativas tentem, não é possível matar o novo, porque o novo já corre por suas próprias veias, feito um vírus. Uma ação de resistência extrema e desesperada pode ser lida através da prática suicida. Não é toa que temos hoje um Estado que se promove a partir de uma política suicidária, que não tem qualquer fundamento racional senão a autodestruição. Temos um conservadorismo amedrontado no poder, que traz a torna ideais retrógrados, ainda de um contexto medieval,
que não abarcam o tamanho de nossas subjetividades. Enquanto criamos mundos, tecnologias, ondulações e redes neurais, essas forças reativas ainda presas em seu enquadre restrito, discutem entre si valores como: “meninas usam rosa e meninos usam azul”. Prefiro deixá-los com suas questões, que as resolvam por si. De certo modo, sinto que agora não
tenho tempo, nem energia ou vontade de entrar em discussões acerca de fatores tão limitantes. Só esse feito já seria para mim uma espécie de retrocesso, e eu me recuso a retroceder. Ao mesmo tempo que presencio uma realidade ruir e um panorama caótico desordenado, sinto em mim um cosmos queimando, ardendo em chamas. Dissipar essa força com aquilo que julgo como não construtivo, seria em si um desperdício. Não acredito no acaso, na ordem e no progresso capitalista patriarcal, nem em forças punitivas que caem do céu do nada. Acredito no caos como éter, em ações e consequências e que o bater de asas de uma simples borboleta pode influenciar o curso natural das coisas, e talvez até provocar um tufão do
outro lado do mundo. É que nem aquela frase que eu ouvi uma vez no filme ​ “X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido” (2014)​ : “​ O passado, um mundo novo e incerto. Um mundo de incontáveis possibilidades e inúmeros resultados. Escolhas infinitas definem nosso destino: cada escolha, cada momento é uma ondulação no rio do tempo. Com muitas ondulações mudamos o curso do rio… pois o futuro não está determinado.​ ”
O futuro já acontece aqui e agora, mas o agora é um conceito bem amplo. A
temporalidade dentro da k0k0n não é linear, e sim sistêmica. Por isso, é difícil se situar sobre o tempo que se fala, já que tudo de certo modo, está acontecendo, vai acontecer e já aconteceu.

MI: O show do k0k0n é uma verdadeira performance intrínseca ao som. Fala um pouco sobre a sua relação com tocar ao vivo.


RM: Quando a k0k0n começou, eu usava a performance para comunicar aquilo que eu não conseguia dizer. Só dizer já não era mais tão importante também, para que aquilo realmente fosse entendível a percepção do outro, eu precisava fazer sentir. Iniciei essa pesquisa ainda na faculdade, em 2016. E com o tempo percebi que seu conteúdo se estendia tanto, ao ponto de
não mais conseguir explicá-lo usando a linearidade das palavras e dos slides. Inventava soluções fazendo performances com som, vídeos, instalações, ocupações e tecnologia; levava tudo isso para o espaço acadêmico. Era um choque às vezes, alguns chegavam a considerar minhas ações como uma afronta ou algo do tipo, mas acho que com o tempo ficou mais claro que não se tratava de uma revolta juvenil sem causa, tinha algo ali embasado. Por sorte, tive como orientadora de tcc a artista Luiza Marcier, que me incentivou muito desde o início, e mais
vários professores do departamento de artes&design, filosofia e física, que também me apoiaram bastante.

Comecei a performar fora da academia em 2018. A princípio em lugares de arte, como exposições e galerias. Nessa época, usava o som como um recurso secundário, não era o foco principal das minhas apresentações, eu contava com outras mídias, como o vestuário, a teatralidade, o cenário, a tecnologia, o meu corpo e mais todos os elementos visuais. E paralelo
a k0k0n, eu tinha uma banda de noise com Gabriel Massan, Julliana Araújo e Lucas Guimarães, a gEtg; fazia com eles performances sonoras naquele formato musical mais padrão. Foi de 2019 para cá, que comecei a apresentar a k0k0n em espaços de música. Com isso, eu tive que desenvolver uma outra estratégia de live performance, elaborando algo mais voltado para a escuta. Achei muito interessante, porque para mim o som é uma ferramenta muito poderosa, dentre todas as formas de expressão, a música é a mais abstrata, não-palpável, a que se encontra por consequência mais próxima do mundo das ideias.

As performances da k0k0n carregam muito do meu mundo sensível, das coisas que vou descobrindo ao longo dos meus dias, e aquilo que vou percebendo, desenvolvendo. Falam sobre busca e processo, e não sobre um resultado final. Para mim, o ato de fazer já é a própria
coisa em si, não busco por concepções sobre o certo e o errado. Por isso, que as apresentações não têm um formato fixo, porque naturalmente elas transicionam e se formam a partir de seu próprio contexto e momento. Eu monto um roteiro e ensaio, mas não fico preocupada em alcançar um alto desempenho performático, me importo mais com o desenvolvimento de minhas intenções e na concentração que preciso ter na hora, para fazer
aquele mundo implodir no contexto material, de dentro para fora. Se tornando visível aos olhos de quem quiser sentir, ouvir e participar como público. É algo que eu sempre me divirto muito fazendo.

MI: Como podemos conhecer mais do seu trabalho? Divulgue outros links onde ver/ouvir suas produções:


RM: Existem 3 episódios da saga 2666 publicados no site da herética.Part1:
https://heretica.co/2666-2ado-masochism-uma-distopia-futurista-de-um-suposto-presente-apocaliptico/
Part2:
https://heretica.co/2666-orgasmemental-busca-por-um-orgasmo-alternativo/
Part3:
https://heretica.co/2666-extremo-oposto/

Tem o blog k0k0n com atualizações constantes:
http://k0k0n.tumblr.com/

Bandcamp: https://k0k0n.bandcamp.com/
Soundcloud: https://soundcloud.com/k0k0n
Youtube:
https://www.youtube.com/channel/UCESyRKtJml57JobUC7WvPYg/videos?view_as=subscriber
Instagram: https://www.instagram.com/https.k0k0n/

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